Era uma manhã tranquila. Helena estava sentada à mesa, com uma xícara de chá e o caderno aberto. Arthur estava no sofá, desenhando algo que ela ainda não tinha visto. O bebê ainda não tinha nome, mas já tinha espaço, já tinha planos, já tinha amor.
O celular de Helena vibrou. Uma mensagem de Beatriz:
“Preciso te mostrar uma coisa. Pode passar aqui hoje?”
Helena respondeu que sim. Beatriz era sempre direta, mas quando usava aquele tom, era porque vinha novidade.
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Mais tarde, sentada no escrit