O silêncio no quarto parecia pesado demais para ser apenas a ausência de barulho. Eu me sentia presa entre o medo e a necessidade de confiar naquele homem que, mesmo com o perigo correndo por nossas veias, me mantinha viva — e de certa forma, inteira.
Baran dormia, exausto, o corpo marcado pela luta e pela tensão que há horas não deixava que seu espírito descansasse. Olhei para ele, tentando decifrar o que mais estaria escondido por trás daquela expressão dura, como se ele carregasse um peso qu