Acordei com o som abafado da chuva batendo contra os vidros do quarto, e por um momento, me permiti esquecer onde estava. O calor do corpo de Baran ao meu lado era a única certeza que eu precisava. Ele dormia de lado, o rosto sereno, os traços másculos suavizados pelo sono, os lábios entreabertos como se sonhasse com algo bom.
Permaneci observando-o em silêncio, meus dedos traçando círculos imaginários sobre sua clavícula. Aquela quietude não combinava com o homem que eu conhecia — o mafioso tu