A manhã chegou carregada de tensão. A mansão estava silenciosa demais. Até mesmo os empregados, normalmente ágeis e solícitos, andavam como sombras nos corredores. Algo estava mudando. Eu podia sentir no ar, como se o mundo estivesse prestes a desabar.
Mehmet ainda não tinha voltado para a cama. Eu o encontrei novamente no terraço, como na noite anterior, mas desta vez ele estava ao telefone, falando em turco com alguém que parecia irritá-lo profundamente.
— …não quero justificativas. Se não re