O tempo parou.
Por um instante, o mundo pareceu segurar a respiração. Eu não ouvia mais tiros, nem gritos. Só o som do meu coração martelando nos ouvidos como um tambor de guerra. Ayla me empurrava contra o chão úmido e frio, mantendo meu corpo abaixado atrás do contêiner.
— Fica aqui! — ela ordenou, apontando a arma com firmeza, os olhos varrendo o escuro. — Eu vou verificar.
— Se ele estiver morto… — minha voz falhou. — Se ele estiver morto, Ayla…
Ela não respondeu. Apenas correu.
Me deixaram