Me… perdoa…

Ana

Duas horas depois, eu estava sentada numa sala branca que tinha cheiro de desinfetante forte o suficiente pra arder no nariz. Uma luz fria vinha de cima, me deixando com a cara pálida, quase de fantasma. Eu estava com uma ficha numa mão e uma caneta na outra, mas parecia que eu tava segurando um tijolo e um galho quebrado, porque minhas mãos não paravam de tremer.

E pior: ainda tinha sangue nelas.

Sangue dele.

Eu ficava olhando praquelas manchas secando nos meus dedos, como se meu cérebro
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