Mundo ficciónIniciar sesión— Onde está o anel? — Hã? — Ela puxou a mão para trás. — Eu perguntei, onde está o anel? — Repetiu Chris, fitando a noiva com desagrado. — Está no escritório. Como eu preciso lavar xícaras de café com frequência, tirei e guardei para não estragar. A resposta fez Chris sentir um leve alívio. — Se você tirar esse anel de novo, vou entender que está rompendo o nosso noivado. Sem joguinhos. — Eu não terminei o noivado. Só tirei o anel para mantê-lo seguro. — Então coloque-o. Agora. O olhar de Chris era firme, e suas palavras soavam quase como uma ordem. — Tá bom, tá bom. — Murmurou ela contrariada. Pegou a bolsa, tirou o anel e o colocou de volta no dedo. Depois, virou a mão para mostrar a ele.
Leer más— Clara, eu preciso ir agora.— O quê? Poppy, nós estamos aqui há menos de uma hora.— É realmente urgente. Desculpa. Você pode ir assistir ao filme sozinha.— Então não vai comprar nenhuma roupa? — Clara perguntou, percebendo que a amiga não levava nenhuma peça nova.— Não, nenhuma me agradou.— Ah, que pena. Mas tudo bem.— Até logo.— Mm. — Clara observou a amiga se afastar, sentindo que Poppy estava escondendo algo dela. Provavelmente estava se encontrando com alguém em segredo, mas ainda não estava pronta para contar, o que a fazia parecer tão misteriosa."Assistir ao filme sozinha deve ser de boa."Ela caminhou até a escada rolante para subir ao andar do cinema. O lugar estava bem vazio. O filme para o qual ela tinha ingresso só começaria dali a meia hora, então Clara se sentou numa cadeira de massagem que funcionava ao colocar moedas enquanto esperava. Fechou os olhos e refletiu sobre os acontecimentos anteriores. A imagem de Trey ao lado daquela mulher bonita ainda est
Clara combinou de ir ao shopping com Poppy, já que ultimamente parecia ter algo perturbando a amiga. Não importava o quanto Poppy perguntasse, ela nunca recebia uma resposta clara.— O Thor não vem hoje, né? Foi por isso que você me convidou para passear no shopping assim. Ultimamente tenho te convidado várias vezes pra vir e você tem recusado todas. — Comentou Poppy ao encontrar a amiga no ponto de encontro.— Ele disse que tem alguns compromissos, Poppy. Mas é melhor assim. Ultimamente, ele tem me visitado com muita frequência. Não tem problema se às vezes ele não puder. — Respondeu Clara.— Você não gosta quando ele vem com frequência?— Ah… eu gosto, mas… vamos mudar de assunto, Poppy. — Só de imaginar ele aparecendo e a paixão que eles tinham quando estavam na cama, Clara sentiu o corpo inteiro estremecer. Mesmo tentando se acostumar, alguém como Trey parecia areia demais pro caminhãozinho dela. Às vezes, não conseguia deixar de se perguntar se o que acontecia entre eles era r
Ele buzinou alto, quando Paul de repente a puxou para seus braços bem em frente à entrada do condomínio.— Senhor Thomas, o que o senhor está fazendo? — Ela arfou, assustada com o abraço e abalada pela buzina estridente atrás deles.— Desça agora, Clara. E não ouse contar nada para o Trey sobre nós. — Ele não respondeu à pergunta, apenas manteve o olhar fixo na entrada. Ela balançou a cabeça para ele, mas no instante em que saiu do carro, suas pernas quase cederam quando percebeu de quem era o carro que havia buzinado para Paul momentos antes."Você está ferrada, Clara…"Trey passou por ela dirigindo, virando em direção ao estacionamento dos fundos. E claro, ela precisava começar a preparar uma explicação convincente. Por que tudo tinha que ficar tão confuso?Trey abriu a porta do quarto e encontrou uma lata de cerveja gelada esperando sobre a mesa junto com alguns petiscos. Clara, que havia preparado tudo para ele, estava sentada em silêncio, recatada, como se já soubesse que ser
Clara já havia se mudado para a casa nova. Tanto a mãe quanto a filha estavam satisfeitas com o imóvel alugado que Trey havia providenciado para elas. Mas no fundo, a mãe ainda se sentia inquieta. Só que diante da urgência de encontrar um lugar, não havia outra opção. Depois de terminar de organizar suas coisas no novo quarto, Clara voltou para o condomínio como de costume. No dia seguinte, retornou ao trabalho normalmente.— Poppy, o que foi? Você parece meio abatida hoje. — Perguntou Clara à melhor amiga naquela manhã, na cozinha do departamento. Nos últimos dias, Poppy vinha agindo de forma estranha, já não era tão alegre como sempre.— Não é nada, Clara. Só estou cansada. — Respondeu Poppy, com um tom exausto.— Se algo estiver te incomodando, você pode me contar, Poppy.— Eu já disse que não é nada!— Poppy…— Desculpa, Clara. Eu só quero ficar sozinha. — Disse ela, pegando a xícara de café e voltando para sua mesa.Clara não fazia ideia do que estava acontecendo com a amig
O "bebê grande" mamava o seio dela com ganância. Clara só conseguia ficar parada, arqueando o peito para que ele aproveitasse. A mão grande dele envolvia seu seio enquanto a boca sugava sem parar. Clara olhou para ele, envergonhada. Por que ele queria agir como um bebê agora? Ela realmente não conseguia entender.— Já chega, senhor Smith… mm… você já fez muito ontem à noite. — Protestou ela, pressionando a mão contra a boca dele.— Muito? Foram só duas vezes, Clara. — Ele rebateu.— Ah, senhor Smith, você não pode simplesmente me arrastar para a cama o tempo todo.— Quem disse que não posso? Esse é o seu dever principal, Clara. — Respondeu Trey, erguendo as sobrancelhas como se quisesse enfatizar ainda mais o papel dela.— Uh… — Ela não conseguiu retrucar e apenas pareceu desconfortável. Sim, ele tinha razão. Ela recebia dinheiro exatamente por isso.Aquela expressão triste fez Trey parar. Ele voltou a prender o fecho do sutiã dela e sentou-se ao lado dela.— Com essa cara… você
Chloe já estava em casa havia um mês, mas não conseguia deixar de se preocupar com a filha, mesmo Clara indo visitá-la todos os fins de semana. Depois de passarem a vida inteira juntas, a separação a fazia sentir-se solitária.— A senhora Brown está em casa? Senhora Brown! — Alguém gritou à porta da frente. Chloe apressou-se em ir até lá, curiosa.— Ah, é a senhora, senhora Lewis. Aconteceu alguma coisa? — Cumprimentou a proprietária com pressa. Pelo jeito apressado dela, dificilmente era algo bom.— Entre primeiro. A campainha está quebrada; não faz som quando se aperta—— Então foi por isso que tive de gritar. Vim só avisar, senhora Brown, que vendi esta casa. — Disse a proprietária animada ao entrar no terreno.— A senhora já vendeu a casa, senhora Lewis?! — Ao contrário da proprietária, o rosto de Chloe empalideceu no mesmo instante em que ouviu a notícia.— Sim, senhora Brown. Está vendo? Coloquei esta casa à venda por anos, e só hoje alguém finalmente se interessou. Vim avi





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