Mundo de ficçãoIniciar sessão— Onde está o anel? — Hã? — Ela puxou a mão para trás. — Eu perguntei, onde está o anel? — Repetiu Chris, fitando a noiva com desagrado. — Está no escritório. Como eu preciso lavar xícaras de café com frequência, tirei e guardei para não estragar. A resposta fez Chris sentir um leve alívio. — Se você tirar esse anel de novo, vou entender que está rompendo o nosso noivado. Sem joguinhos. — Eu não terminei o noivado. Só tirei o anel para mantê-lo seguro. — Então coloque-o. Agora. O olhar de Chris era firme, e suas palavras soavam quase como uma ordem. — Tá bom, tá bom. — Murmurou ela contrariada. Pegou a bolsa, tirou o anel e o colocou de volta no dedo. Depois, virou a mão para mostrar a ele.
Ler mais— Não invente coisas. Snif… Eu não sou sua esposa.— Por que você está sendo tão difícil, Pat?"Seu lunático, quem está sendo difícil aqui?"— Ainda não terminei o café da manhã. Vá preparar outra xícara de café para mim. E é melhor cuidar bem de mim hoje. Olhe isso, você me queimou tão feio que estou criticamente ferido."Criticamente ferido?"Patricia revirou os olhos. Ele merecia levar uma pancada na cabeça com um taco de beisebol, aí saberia o que era estar "criticamente ferido" de verdade. Ela enxugou as lágrimas e foi até a cozinha, emburrada, preparar o café.Depois de terminar o café da manhã, Arthur pareceu se lembrar de algo. Puxou Patricia para perto e a examinou de cima a baixo, o rosto escurecendo num semblante desagradado.— Quem lhe deu permissão para usar as roupas da minha esposa?— Ei! O que você está fazendo? — Patricia gritou quando ele enfiou as mãos dentro de sua blusa, apalpando seus seios cheios.— A roupa íntima também. Vá tirar agora mesmo.— Se você
O café da manhã foi uma simples torrada com manteiga acompanhada de café quente. Enquanto Patricia dava uma mordida na torrada, sua mente corria em pensamentos desesperados. Como lidar com aquela situação? Como poderia implorar a ele?— Nem pense em mencionar ir para casa. Não quero ouvir isso. — Ele a interrompeu de forma displicente, como se estivesse lendo sua mente.Patricia ergueu os olhos para ele, o olhar ardendo de ressentimento.— Mas o que você está fazendo é errado. Tudo o que você fez é errado. Você sequer percebe que me machucou, mesmo eu não tendo feito nada de errado? — Desabafou, com dor.Ao ouvir aquilo, Arthur ficou imóvel por um instante.— Há uma coisa que você precisa saber, Pat. — Ele fez uma pausa, cravando o olhar diretamente no dela.— O quê?— Já está feito. — Enfatizou, cada palavra dita de forma calculada.Patricia torceu o lábio, parecendo prestes a gritar com toda a força dos pulmões para igualar a crueldade que havia suportado, mas escolheu soltar
— Para com isso agora. — Arthur segurou a mulher soluçando e a sacudiu até a cabeça dela balançar, irritado com o jeito infantil como ela agia.— Eu não vou parar! Você é cruel! — Dizia ela enquanto soluçava. Seus punhos pequenos batiam descontroladamente contra o peito musculoso dele, como alguém que havia perdido a razão. As lágrimas escorriam em abundância pelo rosto abatido. Arthur não revidou nem tentou se defender, apenas deixou que ela o golpeasse. Quando os punhos de Patricia finalmente caíram sem força ao lado do corpo, ele a puxou para seus braços. Seu maxilar forte se contraiu, tomado por raiva e ódio por tudo ter chegado àquele ponto.— Hic. — O choro pesado contra o peito dele só reforçava o erro cometido. A mão grande deslizou suavemente pelos cabelos dela e depois desceu lentamente até o meio de suas costas. Arthur não se importou com o tempo que aquilo durou. Permaneceu assim até que a mulher em seus braços ficasse quieta. Ele a afastou levemente e percebeu que a ca
— Como pode me culpar, Aston? Foi você quem começou. Foi você quem me pediu para trair meu marido em primeiro lugar. Não coloque toda a culpa em mim assim. Se fizemos isso juntos, então assumimos juntos.— Droga! Como eu ia saber que isso ia acabar assim? E agora ele está machucando a Pat também! Isso é loucura! — Por preocupação com a esposa, Aston deixou a verdade escapar.— Ele está machucando ela? — A expressão de Andrea era de puro choque.— Sim. Ele está fazendo exatamente o que eu estou fazendo com você… na cama. — O rosto de Aston estava tão tenso que as veias saltavam. Isso fez Andrea perceber que ele estava mais agitado com o desaparecimento da esposa do que preocupado com ela, que estava ali ao seu lado. Andrea mordeu o lábio inferior, reprimindo a raiva que fervia dentro de si.— Na cama? O que você quer dizer, Aston? Não me diga que...— Sim, exatamente o que você está pensando. O que há de errado com seu marido? Por que ele teve que descontar isso na Pat daquele jeit
O coração de Patricia disparou ao vê-lo tirar a camisa molhada. O que era aquilo? Como ele podia pensar assim? As lágrimas voltaram a encher seus olhos, sua mente girando em incredulidade. O som do zíper a fez apertar os olhos com força, o coração acelerado ao perceber que não havia saída. Ele se despiu rapidamente, ainda mantendo-a presa, sem chance de fuga.— Não faz isso, eu imploro. — Patricia segurou o pulso dele quando ele alcançou a barra de sua camisa, os olhos cheios de desespero, suplicando por piedade.— Não. Eu preciso fazer isso. — Com um movimento brusco, sua camisa foi arrancada. Instantes depois, o short de elástico dele também foi retirado. Patricia soltou um soluço, dominada pela impotência. Ela não usava nenhuma peça íntima, estava tão nua quanto ele. E pior que isso, ele agitava suas emoções até o limite.— N... não... — Os dedos quentes dele invadiram seu íntimo dolorido, penetrando de forma rápida. Uma dor aguda a atravessou, mas logo se transformou em uma onda
Patricia baixou os olhos, olhando para o próprio colo. Após um breve momento, ergueu o olhar e observou ao redor. Quando viu que não passava nenhum carro, reuniu coragem e tirou a camiseta do corpo. Ao lançar um olhar furtivo para o motorista, percebeu que ele estava virado para o lado, então soltou um suspiro, embora não sentisse muito alívio.— Tira a roupa de baixo também. Vista o meu short. — Disse ele, sem virar a cabeça.— Você está louco? Quer que eu fique nua na sua frente? Nenhuma pessoa decente faria isso! — O coração dela disparava enquanto gritava com ele.— Eu mandei tirar, então tira. Não me testa, ou quer que eu mesmo tire de você, hein! — Não apenas falou, como também se inclinou para frente, prestes a fazer aquilo ele mesmo.— Não, não! — Ela se apressou em soltar o sutiã e vestir a camisa dele, os olhos fixos nele o tempo todo, temendo que ele se virasse. Até que estivesse completamente vestida, o rosto dele permaneceu na mesma posição.— Pronto. — Patricia disse










Último capítulo