(OZIL)
Ela viu. Eu não precisava que dissesse nada, estava escrito no rosto dela, no modo como seus olhos brilharam com decepção, como seus lábios tremiam com palavras que não chegaram a sair. O mundo podia estar em silêncio, mas dentro de mim o caos explodia.
— Alana, não é o que você pensa — minha voz saiu rápida, desesperada, enquanto eu segurava a toalha à minha cintura.
— Como não é o quê ela pensa Ozil? — Beatriz da de ombros. — Ela não te ama e não vale a pena tentar se explicar. E