Duas semanas Depois
(ALANA)
A floresta parecia respirar conosco. A trilha que levava de volta à casa de Ozil estava envolta em sombras suaves, o céu tingido por uma lua escura, quase carmesim. O silêncio entre nós já não era desconfortável — era tensão acumulada, quente, pulsante.
Eu andava ao lado dele, o coração descompassado, e a lembrança da última noite invadia minha pele como faíscas que ardiam nos poros. Cada passo era como um convite. Um chamado silencioso que pairava entre os nos