(OZIL)
Acordei com a melhor sensação que um lobo pode ter: minha fêmea em cima de mim, quente, molhada, faminta. O sol da manhã filtrava-se timidamente pelas frestas da cortina, mas o calor que me dominava vinha dela — de Alana — nua, montada sobre meu quadril, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos, rebolando com precisão cruel sobre o meu pau duro.
Não havia mais nenhuma barreira entre nós. Nada que nos separasse. E quando ela me olhou daquele jeito, com aquele brilho de posse e lux