Já haviam se passado alguns dias desde que Matthew abrira os olhos. Letícia continuava indo todos os dias até a casa de Ozil para cuidar dele, demonstrando um carinho quase sufocante, o que me fazia franzir o cenho mais vezes do que gostaria. Ozil não demonstrava incômodo, mas eu notava seu olhar atento, como se algo ali não fizesse sentido.
Naquela manhã, decidi caminhar pelos jardins nos fundos da casa. Era um espaço amplo, florido e tranquilo, mas nem mesmo a