O tempo não existia ali. Não havia cronômetros, nem contagem, nem ponteiros. O espaço dentro da subcamada virtual onde Kimoro mergulhara para acessar sua própria linha de memória parecia infinito, mas ao mesmo tempo restrito ao que ele queria — ou precisava — lembrar.
AURA-7 flutuava na periferia do espaço mental. Seus algoritmos mantinham a integridade da ponte neural aberta, garantindo que as memórias, agora liberadas, não colapsassem o sistema de Kimoro.
— Não segure. Deixe queimar tudo — el