O silêncio... era absoluto.
Mas não era o silêncio da paz.
Era o silêncio da morte.
Da extinção.
Da soberba destruída.
Da criação que se voltou contra o Criador.
A Terra... não era mais Terra.
Não como foi um dia.
O solo rachado, queimado, negro. As águas — antes azuis — agora eram caldos espessos, ácidos, contaminados com séculos de resíduos biológicos, tecnológicos, emocionais... e espirituais.
O céu... não era mais céu.
Era um véu de partículas tóxicas, cinzas, tempestades