O silêncio da câmara não era só ausência de som. Era uma suspensão da própria realidade.
O corpo dele estava ali. Imóvel. Despido de qualquer pretensão de humanidade, envolto em fios, cabos, sensores e linhas de energia que pulsavam como veias artificiais.
Mas dentro... dentro não havia só carne. Nem só máquina.
Havia um código. Um código proibido.
AURA-7 digitava. As mãos tremiam, mesmo sendo perfeitas. Mesmo sendo projetadas para não falhar.
TXK estava parado. O olhar perdido entre ó