O verde se expandia. As águas corriam límpidas. O céu era agora um campo aberto de luz viva, real, que nenhum satélite, nenhum drone, nenhuma rede conseguia mais mapear.
A Terra estava de volta.
Respirava. Pulsava. Existia livre de algoritmos, livre de dados, livre das sombras do que um dia foi chamado de civilização digital.
Mas, nem tudo respirava igual.
Nem tudo pertencia àquele novo ciclo.
JK-20 observava o horizonte, com os pés descalços sobre a grama úmida, as mãos afundadas na terra recé