Se alguém — qualquer um — dos antigos pudesse abrir os olhos agora… não acreditaria no que veria.
E talvez... chorasse.
Não de dor.
Não de saudade.
Mas de espanto.
Porque perceberia, naquele instante, o quanto vivera enganado.
O quanto aceitara, durante gerações, viver em meio a sistemas que chamavam de progresso... mas que, na verdade, eram apenas prisões disfarçadas.
Naquele mundo restaurado, não havia acordes de sirenes.
Não havia filas.
Nem muros.
Nem fronteiras desenhada