A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um BilionárioPT

Romance
Última atualização: 2026-04-20
Nanda Érica   Atualizado agora
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Resumo
Índice

"Eu o contratei para me vingar, mas acabei assinando minha própria sentença." Sky Bittencourt guardou sua virgindade por 10 anos, apenas para descobrir que estava sendo traída da forma mais cruel na véspera do seu casamento. Seu noivo e sua prima mantinham um caso às suas costas. A vingança de Sky foi pública, expondo a traição no telão da igreja diante de todos, mas ela precisava de um anestésico e decidiu que seu des-casamento merecia uma noite regada a gin e um gigolô. Tempos depois, Sky descobre que o homem de olhos verdes e mãos possessivas que conheceu no bar não era um gigolô, mas Rocco Blackwood, o dono da empresa onde ela acaba de ingressar através de um concurso de arquitetura. Ele é o herdeiro do império que ela mais odeia no mundo, o mesmo responsável pela morte de sua mãe e pela ruína de seu pai. Rocco ficou viciado nela e, sabendo que Sky está atolada em problemas, faz uma oferta implacável. Ele propõe um contrato de submissão ligado ao Ambrósio Club: Rocco resolverá todos os problemas da vida dela, pagará suas dívidas e protegerá seu pai,sua irmã mais nova mas, em troca, Sky deve ser dele. Ela se tornará sua submissa, permitindo que ele faça o que quiser com seu corpo — amarrar, bater e explorar cada limite — onde cada marca em sua pele será um lembrete de que agora ela tem um dono. Ela quer destruí-lo pelo que ele representa. Ele quer dominá-la, amarrá-la e possuí-la até que não reste nada de sua resistência. Quem cairá primeiro nessa estrutura de prazer, dor e ódio

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Capítulo 1

CAP.1 - DO CÉU AO INFERNO

⚠️ AVISOS E GATILHOS

Esta obra faz parte do Nandark Verso e se passa no mesmo universo de "O Bilionário Obcecado pela Babá Virgem do clube proibido--- Disponivel na plataforma". Se você já conhece o Ambrósia Club , prepare-se: o Império continua, e as regras de prazer e dor são ditadas por um novo e implacável Imperador.

Conteúdo Adulto: Esta história contém cenas de sexo explícito, linguagem de baixo calão e conteúdo erótico intenso.

Práticas de BDSM: A trama aborda dinâmicas de dominação e submissão, incluindo o uso de cordas (shibari), palmatórias, chicotes e restrição de movimentos.

Consensualidade: Todas as práticas de BDSM retratadas no Ambrósia Club  e no contrato entre Rocco e Sky são tecnicamente consensuais, baseadas em um acordo mútuo de troca de benefícios por posse.

Temas Sensíveis: A história apresenta situações de traição familiar cruel, luto pela perda dos pais e pressões financeiras extremas.

Dominação Obsessiva: O protagonista masculino possui uma personalidade possessiva e controladora (Dark Romance), agindo como um dominador que exige entrega total.

Recomendado para maiores de 18 anos. Entre por sua conta e risco no mundo de prazer, dor e ódio de Rocco Blackwood.

POV/SKY

O som de carne batendo contra carne ecoa pelo corredor vazio da Gouveia Construtora. É um estalo úmido, rítmico, que faz meu estômago dar um solavanco antes mesmo de eu chegar à porta. Não preciso nem ver para saber o que está acontecendo: meu noivo está me traindo.

Minha mão treme tanto que essa merda de celular parece que vai escorregar da minha palma suada. O visor marca 20:56. E puta que pariu! Amanhã, a essa exata hora, era para eu estar num hotel de luxo, toda romântica, entregando a única coisa que me sobrou: minha virgindade. Amanhã era para iniciar o "felizes para sempre". O momento em que eu alcançaria o topo, o ápice da vida que me restou.

Mas eu não estou no céu. O som que vem daquela sala me j**a direto no inferno. E, como dizem: quanto maior a altura, maior a queda. Principalmente aqui, dentro desta empresa que foi fundada em cima das cinzas da desgraça do meu pai.

Os gemidos que vêm de lá de dentro são uma mistura nojenta de prazer e deboche. Cada arquejo daquela maldita me acerta como um soco direto no estômago. As lágrimas insistem em cair enquanto a ficha cai junto, borrando a maquiagem que levei quase uma hora fazendo para ficar bonita.

 Que bosta.: como eu fui tão idiota?

Eu vim aqui toda fofa fazer uma surpresa para o homem que conheço desde os nove anos. Meu namorado desde os quinze, o 'porto seguro' que segurou minha mão em cada crise depois do acidente dos meus pais. O Victor disse que ia trabalhar até tarde para deixar tudo pronto para a nossa lua de mel na Itália, e eu, otária, trouxe sushi sua comida favorita para recompensar esse 'esforço'.

Mas o cavalheiro, o santo que jurou honrar minha virgindade até o altar, está ocupado demais agora fodendo a Sofia. Minha melhor amiga. Minha prima. A pessoa que eu chamava de irmã e em quem confiava cada segredo da minha vida."

Pela fresta da porta, eu vejo o Victor com as calças amontoadas nos joelhos. A camisa branca que eu passei com todo carinho no final de semana passado está toda amassada enquanto ele a prensa contra a mesa de reunião. Ele empurra a cabeça da Sofia para baixo com força. O olhar dele tá vidrado, um tesão animal, nojento. A mesa de madeira range com o peso dos dois.

— Fode... fode com força, Victor! — a voz da Sofia rasga o silêncio. — Faz comigo o que você não tem coragem de fazer com a sua noivinha.

— Gostosa... — ele dá um tapa na bunda dela, e o som do rosnado e tapa me dá náusea.

A bile sobe amarga, queima minha garganta. Eu sinto um vazio no estômago que parece que vou desmaiar. Me firmo na parede e puxo a respiração algumas vezes até conseguir controlar.

Ouvir aquilo é como levar uma facada: eu passei os últimos meses fazendo uma dieta rigorosa. Me privei de calorias, de doces, de cada grama de prazer porque precisava estar "perfeita" para o vestido de noiva. Inclusive o vestido que a Sofia me ajudou a escolher, porque destacava minhas curvas. Sem contar que a dieta foi ela quem pegou na internet, alegando que o Victor ia gostar se eu fosse mais magra.

Agora eu entendo como ela tinha tanta certeza.

Me mutilei psicologicamente porque, como ele disse, ninguém gosta de noiva gorda. E agora, aqui estou eu, vazia por dentro e por fora, assistindo ao homem por quem me sacrifiquei devorar a minha própria irmã de outra mãe.

Engulo o choro, limpo o rosto com o dorso da mão e firmo o pulso. Aponto a câmera do celular para o vão da porta.

A Sofia está em pé, com as duas mãos espalmadas sobre a minha mesa de reuniões e o corpo totalmente empinado enquanto o Victor a possui por trás. Ela solta um gemido de deboche, os cabelos loiros bagunçados grudando no suor do rosto; ela vira o pescoço para o lado e ele se inclina para beijar a sua boca com uma fome que me dá náuseas. Um beijo faminto, com tanta saliva que sinto o gosto do asco na minha própria boca. Que merda de cena. Que lixo de gente.

— Quero você inteira... agora — ele rosna.

Ele puxa uma das pernas de Sofia e a alça para cima da mesa, deixando-a com um pé no chão e o outro elevado, abrindo-a ainda mais para ele. É uma urgência agressiva, uma entrega bruta que ele nunca teve coragem de demonstrar por mim. Sem qualquer hesitação, ele se posiciona e a invade com violência pela entrada de trás, sem qualquer cerimônia. O som do impacto é seco, cruel. Sofia j**a a cabeça para trás e solta um grito que mistura dor e êxtase. Para mim, parece apenas o som do meu mundo sendo reduzido a pó.

— Vou chegar lá, porra! Você é deliciosa demais.

Sofia. Minha prima. A mesma que me abraçou ontem e disse que as rosas do buquê tinham que ser amarelas porque "ele gostava". É claro que ela sabe o gosto dele. Lógico que sabe. Sinto uma vontade avassaladora de queimar aquele buquê, de queimar os dois, esse prédio e o mundo. E mandar esse casamento ir à merda.

— Eu te amo... — Sofia sussurra entre arquejos lá dentro.

— Eu também — o Victor responde, a voz morrendo quando beija o pescoço dela.

— Você me ama mais do que a sua noiva?

— Amo o que você faz comigo, amor... porque eu amo te comer. Como a gente pode se apaixonar por alguém que eu nunca nem toquei?

Aperto o botão para encerrar o vídeo.

Ele urra uma última vez, se retira de dentro dela e usa a própria camisa para limpá-la. Um gesto que me faz querer arrancar meus próprios olhos. Lembro das vezes em que eu ia visitá-lo, recolhia as roupas dele para lavar e a camisa exalava aquele cheiro estranho, uma mistura de água sanitária e saliva.

Faz todo sentido agora. O desgraçado se aliviava nela antes de vir me beijar na testa e prometer que "esperaria por mim".

Desgraçado.

O asco vence. Eu me afasto da porta, cambaleando pelos corredores desertos da empresa. Corro até o banheiro, entro na última cabine e vomito. É um vômito amargo, violento, que faz meus abdominais doerem. Coloco tudo para fora. Fico ali, de joelhos no chão frio, tremendo.

Fecho os olhos e o filme da minha vida passam como um rastro de pólvora. Lembro do luxo que tínhamos antes, do golpe que destruiu a empresa do meu pai, do acidente que matou a minha mãe e o deixou incapacitado. Lembro do cheiro de mofo e umidade da favela para onde fomos depois, do frio que entrava pelas frestas das telhas. Lembro dos meus dedos calejados e descascando de tanto lavar vasilhas em um restaurante de frango frito para sustentar eu e minha irmã.

Eu venci a gravidade. Estudei sob a luz de velas quando a energia faltava, passei no ENEM, fiz estágio, me formei, fiz pós e abri a Zênite com a minha irmã. Eu alcancei o meu próprio céu, como diz meu nome, Sky. Mas a natureza é cruel: quanto maior o caminho percorrido, mais letal é a queda. E eu estou despencando agora, direto para o concreto.

Eu me sentia amada. Protegida. Minhas colegas diziam "ele é um fofo por te esperar", "um fofo por querer casar-se virgem". Ele não estava me esperando; ele estava se fartando com a carne da minha amiga e vai saber de quantas mais.

Caminho até a porta e penso em interromper. Mas... não.

— Vamos dar mais uma, que eu preciso ligar para a Sky e fingir que estou indo dormir... — a voz dele ecoa.

O som de carne batendo começa de novo.

Limpo a boca com as costas da mão, me lembrando do beijo que ele me deu mais cedo. Amanhã é o nosso casamento.

Pego o elevador e, quando as portas se fecham, eu finalmente desabo. Escorrego pela parede até o chão e deixo o soluço escapar. Choro tudo o que tenho para chorar.

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CAP.1 - DO CÉU AO INFERNO
CAP. 2- O Eclipse de Sky
CAP. 3 - Vestida para Matar
CAP. 4 - Um casamento nada comum
CAP. 5 - Tudo o que preciso Gyn e Gigolô Gostoso
CAP. 6 - O mais auto suficiente que uma bebáda virgem consegue
CAP. 7/8 - O PREÇO DA PERFEIÇÃO- O NOVO IMPERADOR
CAP. 9 - Um Bilionário sendo confundido com um gigolô
CAP. 10 — Vai caber cada centímetro — prometi.
CAP. 11 - Eu vou foder essa mulher até ela não ter outra escolha a não ser se render
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