O sol daquele dia parecia diferente.
Não era mais o sol que ardia. Era o sol que iluminava.
A fachada da nova sede reluzia como se o próprio tempo tivesse passado a mão para lustrar o passado.
As paredes claras, os vitrais com desenhos das crianças, o jardim refeito com mãos pequenas e corações gigantes, tudo gritava: renascimento.
Anyellen estava de vestido claro. Não branco, mas um tom que só a liberdade conhece.
Miguel, ao seu lado, não usava gravata. Usava um sorriso raro, o mesmo que ela