Eles não compraram nada.
Construíram tudo.
Cada parede daquele Instituto.
Cada passo dado na casa com cheiro de vida nova.
Cada gesto entre eles, ora nervoso, ora terno, que moldou não só um relacionamento, mas um propósito partilhado.
O calendário marcava mais um ano de funcionamento do Instituto Ver-te.
As salas estavam cheias de cores, vozes e desafios.
E na manhã da nova organização dos horários, Anyellen, prancheta em mãos e sobrancelha arqueada, leu em voz alta:
— Miguel Ferraz, três dias