O céu tingia-se em tons de pêssego e lavanda, como se o próprio universo quisesse bordar o instante com delicadeza. O vento era brando, e o mar murmurava bênçãos, como uma canção antiga que só os apaixonados conseguiam entender.
A cerimônia era pequena.
Íntima.
De almas que sabiam que o essencial não precisa de platéia.
Apenas de verdade.
Flores brancas contornavam o caminho de conchas até o altar de madeira clara. Os pés de Anyellen tocavam a areia como quem agradecia à terra por tê-la mantido