O mundo girou quando ele me levantou.
Eu não tinha forças nas pernas. Meus músculos eram água. Minha mente era um borrão branco de prazer e choque. Eu estava "neutralizada". Esvaziada de tudo o que eu era antes de entrar naquela sala.
Peter não me pediu para andar. Ele me carregou, meu rosto pressionado contra o pescoço dele, sentindo o pulso dele desacelerando, o cheiro de sexo e tinta nos envolvendo.
Ele me levou para o banheiro anexo ao estúdio — não o do quarto, mas um santuário de pedra