— Eu não quero isso de você. — Ele respirou contra meus lábios, o tom grave, quase um rosnado contido. — Eu não quero uma Rosa de joelhos… quero a mulher que sobreviveu mesmo quando queriam apagar até o nome dela, mesmo quando ela foi a vida inteira subjugada, maltratada. Quero você de pé.
O ar ficou pesado demais, os corações ritmando num mesmo descompasso. As mãos dele ainda seguravam meu rosto, e pela primeira vez, o toque não parecia uma prisão.
— Confia em mim, Rosa. — murmurou.
Eu o