Mundo ficciónIniciar sesiónBastien, um mafioso envolvido no tráfico de órgãos, sequestra e tira a virgindade de Kate, uma estudante de design de moda, para protegê-la de uma organização de tráfico humano. Sem saber de nada, Kate o odeia com todas as suas forças enquanto ele a mantém em cativeiro em sua mansão — uma mansão que esconde um segredo. Quando ela descobre a verdade, tudo muda entre eles: Bastien era o amigo de infância que ela procurou durante anos. Kate precisa conversar com o namorado para terminar o relacionamento… mas aí tudo se complica. Seu namorado era, na verdade, o responsável pelo plano de entregá-la para ser estuprada ao vivo, em uma transmissão dentro da organização da qual Bastien a salvou. Será que Bastien conseguirá resgatar Kate novamente e reconquistar seu amor?
Leer másADELINE DE FILIPPI.Anny já não era a mesma.Continuava cantando na cozinha, sim. Continuava deixando a roupa espalhada pela casa, sim. Mas havia algo… diferente. Uma luz que já não se acendia com a mesma faísca. Como se tivesse aprendido a apagar a própria emoção pouco antes de ela explodir. Como se agora seu coração tivesse freio.Notei nos silêncios.Em como abaixava o volume da música assim que eu entrava, em como mudava as canções quando falavam de amor.Em como olhava para o outro lado quando o nome de Silvano era mencionado.E o pior de tudo era que ela d
SILVANO DE SANTIS.Os dias passavam lentos. Eu estava fazendo alguns relatórios quando abri minha gaveta para pegar uma caneta e ali estava, o cachecol que Anny tinha me dado com um sorriso tão doce. Naquele mesmo dia eu o tirei para jogá-lo fora, mas não consegui, sobretudo porque ainda tinha um pouco do seu perfume, certamente porque ela o carregou consigo o dia inteiro.Fiquei olhando o cachecol na minha gaveta por um momento até ouvir aquela voz odiosa; agora eu entendia por que Noah não o suportava.— Você sente falta dela? — perguntou Paolo, sem levantar os olhos do tablet, como se estivesse lendo minha mente.Olhei para ele, fechei a gaveta e voltei a fixar o olhar no meu laptop.
SILVANO DE SANTISNaquele dia eu não tinha planejado partir o coração daquela pequena menina daquela maneira; seria um tolo se não percebesse a forma como ela me olhava, como seus olhinhos brilhavam e um sorriso surgia em seus lábios ao me cumprimentar. Eu sabia que ela gostava de mim, mas eu não podia lhe oferecer nada, meu coração pertence a Adeline. Quis ser cortês, frio, para que ela entendesse que eu não me sentia atraído, mas o fato de Adeline ter me pedido para ir buscá-la foi a gota d’água. Eu não podia continuar assim, precisava dar um corte definitivo, mas jamais imaginei que ela ouviria.Virar-me e ver seus olhinhos quebrados, lutando para não chorar, fez meu coração se apertar. Ela era uma menina al
ANNELISSE DE FILIPPIO museu de Milão sempre foi um dos meus lugares favoritos. Eu adorava caminhar pelos corredores de mármore, me perder entre quadros que pareciam sussurrar segredos ao ouvido. Naquele dia, minha aula foi cancelada de última hora e Addy, como boa irmã multitarefa, disse para eu não me preocupar, que mandaria alguém me buscar. Não disse quem. Só pediu que eu esperasse na entrada principal.Então lá estava eu, com meu casaco longo e o celular na mão, brincando com a barra do meu cachecol enquanto tentava não pensar demais. Até que o vi.Silvano.Impecável como sempre, com seu sobretudo escuro, o relógio preto, aquele olhar cinza
ADELINE DE FILIPPIA Itália tinha um ritmo diferente. Na casa do papai, o amor era sentido nos abraços, nos conselhos sábios e no aroma de biscoitos recém-assados. Mas aqui, na nossa casa, o amor era respirado em forma de rotinas, de cumplicidade silenciosa, de olhares cúmplices entre ligações e beijos furtivos entre reuniões. Lucien e eu havíamos construído nosso refúgio. Nosso lar.Já haviam se passado algumas semanas desde o ataque. Silvano havia agido com frieza e precisão, matou sem piedade para me defender. Os dias seguintes se tornaram um pouco incômodos; eu olhava para ele e não conseguia evitar ver o homem que assassinou sem piedade por mim.Depois de algumas semanas, tudo voltou
SILVANO DE SANTISNão havia como negar: cada segundo ao lado dela era uma tortura doce. Não pelo que ela fazia. Pelo que eu sentia. E por tudo o que eu não podia dizer.Acompanhá-la naquele café da manhã fazia parte do trabalho. Um contrato importante. Um cliente renomado. Mas se Lucien não podia estar… então, não havia outro além de mim. Porque se algo desse errado… eu seria o primeiro a sangrar por ela. E isso, para mim, estava bem.Ela saiu do carro sorrindo, com aquele perfume floral que parecia feito apenas para destruir minha concentração.A Adeline ia a um café da manhã importante com um empresário italiano que desejava assi
Último capítulo