Isso parece satisfazê-lo, e ele acena novamente com a cabeça e me coloca bem em cima do tecido sedoso.
Seus olhos ardem nos meus enquanto ele percorre as palmas das mãos
pelas minhas coxas, centímetro a centímetro. Há muita tensão em seu olhar escuro e
inflexível. Sua expressão está marcada por linhas duras, sua postura é tão sólida que
é como se ele tivesse se tornado uma montanha, não um homem
— Tão macia... — Palavras baixas e murmuradas. — Nunca imaginei que sua pele fosse tão macia. Como penas.
Tudo o que ele toca arde como se tivesse sido queimado por uma chama. Ele não tem as mãos de um cavalheiro. Suas palmas são ásperas, sem nenhum traço de maciez. Uma pele maltratada que suportou muito. Assim como sua alma. Mas sua carícia é tão delicada quando ele percorre aquelas palmas ásperas pelas minhas
pernas até que seus dedos roçam a minha calcinha. Com a bainha da minha camisola
enrolada nos quadris, o algodão branco é a única barreira entre minha boceta e seu toque.
— Per