— Eu não sou ele. Eu não sou o Gregor. — As palavras dele vieram ásperas, perigosas. — Mas também não sou o que você acha que é seguro.
A respiração dele roçou minha boca. O ar que eu puxava vinha dele.
— Eu não vim te salvar, Rosa. — O timbre dele baixou, e a promessa veio crua, quase carnal. — Eu vim te tirar daqui. E, quando eu fizer isso, ninguém mais vai tocar em você. Ninguém.
O som daquelas palavras me atravessou. Era proteção, era ameaça. E o mais terrível de tudo é que, por um inst