Ele me segurou de novo, mas com um impulso final, consegui me soltar por completo. Empurrei-o com todas as minhas forças e corri para a porta. Cada passo era carregado de adrenalina, o coração batendo como se quisesse saltar do peito. A tensão que me prendia se transformou em movimento puro: correr, escapar, respirar.
E enquanto corria pelo corredor, o peso do que presenciei me esmagava, misturando repulsa e incredulidade, mas também uma certeza: eu precisava sair dali, não importava o quê. Ca