Sentei-me no meu quarto, fechando a porta devagar, e deixei que o corpo pesado caísse sobre a cama. Apoiei a cabeça nas mãos, sentindo as lágrimas secarem lentamente, mas a sensação de vulnerabilidade não desapareceu. Era impossível apagar aquilo que acontecera. O Nicolau, seu controle, sua manipulação… tudo estava gravado na minha mente, e a sensação de impotência ainda era esmagadora.
Peguei meu caderno, tentando escrever, tentando organizar os pensamentos que se espalhavam em turbilhão. Esc