A mansão DeLuca estava mergulhada em um silêncio sombrio. Ninguém havia dormido. Desde a madrugada, os homens iam e vinham, trazendo apenas fracassos nas buscas por Rosalie.
Já era manhã quando um dos guardas entrou às pressas na sala principal. O coração de todos disparou com a expressão do homem: o rosto estava pálido, os olhos arregalados, como se tivesse visto a própria morte.
— Senhor DeLuca… — ele gaguejou. — Deixaram algo… na porta.
Todos se levantaram ao mesmo tempo. O velho patriarca