Amélia
A neve derretia devagar no parapeito da janela, escorrendo como o tempo que parecia escorregar entre os dedos de Amélia. Era já a terceira semana de investigações intensas. Ela e Maxin passavam horas por dia imersos em relatórios, imagens antigas, registros da Bratva Negra, mensagens criptografadas — mas nada se encaixava.
Nenhum nome. Nenhum rosto. Nenhum rastro sólido.
O homem mascarado parecia um fantasma. Sabia onde atacar, quando desaparecer, e deixava como única pista o medo cresc