Maxin Sokolov
O relógio marcava duas da manhã quando os sensores de movimento foram ativados.
A mansão Sokolov, silenciosa como um túmulo nobre no coração de Moscou, despertou com o som dos alarmes internos e o acender automático das luzes externas. As câmeras térmicas captaram os primeiros sinais: movimentação nos arredores da ala norte, sombras deslizando em meio à vegetação como predadores em emboscada.
Na sala de vigilância, o segurança de plantão quase não teve tempo de reagir. O disparo