As janelas estavam abertas. O vento da manhã soprava leve, perfumado com sal e lavanda. Na poltrona do quarto principal, Laura embalava Domenico nos braços. Ele dormia tranquilo, as mãozinhas fechadas, o rosto relaxado como se desconhecesse qualquer coisa fora do útero.
Ela o observava com uma mistura de amor e vigilância.
Desde o nascimento, os dias se tornaram longos. As noites, eternas. Não havia descanso para quem carregava o instinto de uma mãe Santorini. Laura agora acordava ao menor s