VIENA – ALA SUBTERRÂNEA DA MANSÃO SANTORINI – 03h03
O silêncio ali dentro era diferente. Não era apenas falta de som — era ausência de destino. No centro da sala, Rael estava preso a uma cadeira de contenção com trancas biométricas em cada membro. O rosto ainda marcado pela explosão de energia. A expressão, calma.
Domenico observava da janela de segurança, mãos cruzadas atrás das costas.
— Ele não falou nada desde que acordou? — perguntou.
Henrique negou com a cabeça.
— Não. Apenas... sor