– O Sangue que Não Dorme)
LOCAL DESCONHECIDO – BASE CLANDESTINA – 04h42
O ar tinha gosto de ferro e morfina. A sala era branca, demais. Como se a pureza das paredes tentasse esconder o horror de tudo que havia acontecido ali dentro.
Rael Vasquez abriu os olhos pela primeira vez desde a queda.
A luz o cegou por segundos. Em volta, médicos mascarados e soldados silenciosos.
— Ele acordou — anunciou um dos cirurgiões.
Dra. Ilona entrou na sala. Os olhos fundos de noites sem dormir, o j