CAPÍTULO 37

O toque continuou saindo de dentro da minha bolsa, cada vez mais alto, cada vez mais impossível de fingir que não existia. Ninguém precisou dizer nada. Nem o policial, nem Mauro, nem Alessandra. Todo mundo entendeu ao mesmo tempo que havia um telefone ali dentro. E, pelo modo como o meu rosto deve ter ficado, também entenderam que aquele telefone não era meu.

Por alguns segundos, eu fiquei parada, segurando a bolsa como se pudesse sufocar o som com a força das mãos. Uma idiotice, obviamente. Qu
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