— O que é que você tanto esconde nessa bolsa, Nathalia? — ele perguntou
— É coisa minha, pessoal. Respeita minha privacidade, por favor.
— Por que será que não consigo acreditar que você tá falando a verdade?
— Aí já é problema seu. Acredite no que quiser.
Essa conversa rolou dentro do carro, a caminho de algum restaurante para almoçarmos e espairecermos de toda aquela situação na Noir. Depois da minha última resposta evasiva, passamos o resto do trajeto sem falar nada. O clima estava tenso