O encontro com Breno foi marcado para as dez da manhã, num café pequeno e discreto em um bairro mais afastado do centro. Valentina chegou antes dele, de propósito. Queria estar sentada. Composta. No controle. Mas nada dentro dela se sentia estável desde que lera aquele maldito cartão assinado apenas com um “N.”
Quando Breno chegou, ela soube de cara que ele trazia algo grande. Os olhos dele, sempre zombeteiros, vinham agora com uma camada de cautela.
— Trouxe o que consegui — disse, jogando o c