A manhã seguinte trouxe uma claridade suave, filtrada pelas cortinas finas, que desenhava padrões dourados no chão do quarto.
Cecília ficou alguns minutos deitada, ouvindo o som ritmado da respiração de Enrico ao seu lado. Não era preguiça; era como se o tempo tivesse parado por alguns instantes, permitindo-lhe apenas existir ali, em silêncio, sem cobranças, sem urgências.
Ela observava o rosto dele, a pele iluminada pelo sol da manhã, e por um instante quase acreditou que todas as discussões e