O dia seguinte amanheceu com a mesma calma rara da véspera. Cecília acordou antes de Enrico e ficou alguns instantes observando-o dormir, o braço pesado repousado sobre a cintura dela. Era reconfortante sentir aquele calor, como se o mundo, por algumas horas, tivesse esquecido de cobrar dela alguma decisão.
Quando ele abriu os olhos, a puxou para mais perto.
— Bom dia, amor. — A voz dele saiu rouca, carregada de sono.
— Bom dia… — Cecília sorriu, deixando-se ficar mais um pouco.
Tomaram café ju