O pai lançou um olhar furioso para Enrico — um olhar carregado de ameaça, como se dissesse silenciosamente que aquilo não terminaria ali. Cecília percebeu o gesto e, sem desviar os olhos dele, disse com firmeza.
— Pode ir para o quarto, Enrico. Eu espero ele terminar de arrumar as coisas.
Enrico franziu o cenho, relutante.
— Tem certeza? — perguntou, a voz baixa, mas tensa.
— Tenho. — respondeu ela, sem tirar os olhos do pai.
Ele hesitou por um instante, claramente desconfiado, mas acabou assen