Nos dias que se seguiram, Enrico manteve uma rotina rígida: levava e buscava Cecília no café, deixou avisado na portaria que a entrada do pai dela estava proibida. Mesmo assim trocou a fechadura da porta de entrada e sempre se certificava de que estivesse trancada.
Ele fazia isso em silêncio, sem exigir nada dela — mas sempre presente. Cecília, no entanto, parecia cada vez mais distante. Passava longos períodos sozinha no quarto, ou então ficava sentada na sala, com o olhar perdido, sem reagir