Tropecei num maldito tapete e fui direto em cima dela.
O corpo dela cedeu pra trás no sofá. Um som surpreso saiu da garganta dela, e de repente eu tava ali, um joelho entre as pernas dela, a mão afundando no estofado do lado da cabeça dela, o peito quase colado.
O mundo ficou minúsculo. O barulho sumiu. Só tinha o cheiro dela, o calor, o jeito que a boca abriu levemente. Me aproximei sem pensar. Podia sentir a respiração dela na minha.
— Allie… — sussurrei. E foi quase uma prece. Quase um "por