Mundo ficciónIniciar sesiónAbri a porta do camarim devagar, esperando a habitual confusão de roupas e makes. Em vez disso, o ar me pareceu pesado, como se alguém tivesse prendido a respiração ali dentro antes de eu chegar.
Minha mão tremia quando liguei a luz.Ela estava na penteadeira, impossível de ignorar: uma rosa negra, pétalas de um veludo sem vida, perfeitamente intacta. Ao lado, um bilhete riscado com letras firmes e tortas:“Para a minha estrela. Só eu posso te ver brilhar.”






