Mundo ficciónIniciar sesiónO hospital estava cheio, corredores movimentados, o cheiro de desinfetante e remédio pairando no ar. Subi o elevador apressada, ansiosa para ver meu pai, mas quando dobrei o corredor… parei seca.
Dois homens de terno estavam plantados diante da porta dele. Postura de guarda real, óculos escuros, mãos cruzadas nas costas. — Com licença — tentei passar direto. Um deles ergueu o braço, bloqueando a passagem. — Acesso restrito. — Como é?






