Mundo ficciónIniciar sesiónA luz da manhã atravessava as cortinas quando acordei. O corpo ainda carregava vestígios da noite anterior, como se cada músculo tivesse guardado a lembrança de Dante em mim — mesmo que ele nunca tivesse, de fato, me tocado daquela forma.
Levantei com certa pressa, tentando afastar os pensamentos que me perseguiam. Precisava de ar. Precisava me ocupar. E, acima de tudo, precisava ver meu pai. --- O hospital tinha aquele cheiro de sempre: assep






