Mundo ficciónIniciar sesiónUma noite de bebedeira, um homem proibido e um desejo que não pode ser controlado. Theresa Michaels acabou de terminar um noivado de um ano e meio após flagrar o noivo em uma situação comprometedora. Para afogar as mágoas, ela se embebeda em uma boate de luxo, determinada a esquecer o coração partido. O que ela não esperava era ser resgatada por Hector, um homem irresistível. Ele é protetor, dominador e o melhor amigo de seu pai. O que acontece quando a atração explode entre eles?
Leer másCapítulo 1
— Mais um desse barman. — Theresa disse ao homem atrás do balcão o bar. Ele assentiu pegando seu copo de tequila para servir a ela mais uma dose. — Não acha que chega por hoje? — Uma voz rouca e baritona soou perto de Theresa que se virou para ver de quem se tratava a voz deliciosamente sexy que queria lhe privar de ter uma noite muito louca de bebedeira, mas o que encontrou foi um tórax delicioso e suculento escondido por uma camisa social justa que fazia com que ela pudesse contar cada gomo de sua barriga, ela mordeu o lábio inferior com desejo. — Oh Barman, esse bonito aqui tá querendo me proibir de comemorar minha liberdade emocional. — Ela reclamou ao Barman apontando para o homem atrás dela. — Salvior, vou levá-la para casa. Tome conta das coisas por aqui. O barman anuiu em concordância. O homem a puxou pelo braço, a levando para fora da boate. Theresa balbuciou em reclamação, entretanto não tinha forças suficientes para lutar contra o homem. Ele a levou para o seu carro esporte e a acomodou com cuidado no banco do passageiro, colocou o cinto de segurança nela. Deu a volta no carro se acomodando no banco do motorista. Antes de dar partida no carro ele pegou seu telefone e ligou para o pai de Theresa que atendeu no primeiro toque. — Como minha filha está? — Bem, está dormindo no banco do passageiro. Estou a levando para casa. — Obrigado por cuidar dela, Hector. — Não precisa agradecer, Johan, amigos são para essas coisas. Hector desligou a ligação, arrancou com o carro seguindo para o apartamento a qual Theresa morava. *** E seu sonho Theresa revivia o fatídico dia que teve, ela andava com ansiedade e determinação pelo passeio da rua movimentada na qual seu noivo morava. Ela queria lhe fazer uma surpresa, por isso a animação descontrolada. Eles estavam juntos a sete anos, mas somente a cerca de um ano e meio que ficaram noivos, durante todo o namoro Ryan sempre fora um cara atencioso e carinhoso, entretanto nos últimos tempos Theresa vem percebendo que seu noivo estava cada vez mais distante. Ela chegou a desconfiar que ele a traía, mas nunca pôde provar tal desconfiança. Mesmo com todos esses percalços, o amava e era o que importava. No fundo de seu coração, Michaels sabia que não havia mais como voltar atrás e que estavam juntos apenas por comodidade. Ao entrar no prédio em que se localizava o apartamento de Ryan, respirou fundo, saindo do Hall de entrada e caminhando para os elevadores. Ao entrar sozinha em um dos elevadores, Theresa apertou suas mãos tentando dissipar a sensação ruim que a abateu naquele momento. Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca em um sopro mais calmo. Realmente aquilo acalmava seus ânimos. Ao ouvir o plim do elevador informando que tinha chegado ao andar desejado, ela abriu os olhos saindo do elevador. O corredor do andar vazio e silencioso a fez se lembrar de momentos felizes, os quais passou ao lado de seu namorado na época, agora noivo. Realmente ele não era mais a pessoa de antes. Perdida em meio a pensamentos de um tempo que não pode mais voltar, enfim percebeu que chegara a porta do apartamento de Ryan, mas para sua total incredulidade a porta se encontrava entreaberta. Sem pensar direito ela empurra a porta se deparando com um cenário que para Theresa foi de terror. Ryan estava sentado no sofá de costas para a porta, seus gemidos roucos podiam ser escutados em alto e bom tom, uma mulher se encontrava ajoelhada em frente a ele com o pau dele em sua boca. — Ahhh, sua puta!... Isso chupa... Ahhh... Assim você acaba comigo. — Ryan gemia entre as palavras. Theresa espera a tudo menos aquilo que estava em sua frente, queria parar de olhar mas infelizmente não conseguia, ou felizmente. Permaneceu em silêncio esperando para ver até onde aquilo iria, entretanto o que mais queria saber era quem era aquela vadia que estava chupando seu noivo. Era como se algo a prendia como uma estátua vendo a cena diante de seus olhos, seus olhos lacrimejados de lágrimas não derramadas, turvavam sua visão, mas permaneceu com os olhos fixos em Ryan e na puta que o chupava. — Unham — Theresa pigarreou não aguentando mais ver a cena degradante que se desenrolava com a maior naturalidade em sua frente. Ryan se assustou girou a cabeça em direção ao som, pulando de susto, sua expressão foi de quase gazeando para cão arrependido em segundos. — Acabou. Essas foi a única palavra de Theresa Michaels para seu agora ex-noivo, não esperou sua desculpa esfarrapada, saiu do apartamento dele com a cabeça erguida e passos decididos. *** Assim que Hector estacionou seu caro no estacionamento subterrâneo do prédio em que Theresa morava, olhou para a jovem mulher adormecida no banco de passageiro de seu carro esportivo. A respiração tranquila dela era um bálsamo comparada a avalanche de sentimentos que ele sentia naquele instante. “Puta merda! Como Theresa ficou linda e gostosa.” Hector pensou observando o rosto sereno de Theresa. Ele saiu do carro dado a volta em direção a porta do passageiro, abriu a porta, tirou o cinto de segurança de Theresa e a pegou no colo. Ela se aninhou no peito de Hector que deu um pequeno gemido rouco em satisfação em tê-la em seus braços. Ele sentiu um cheiro de morango e mel vindo dela, que o deixou excitado instantaneamente, mas Hector não podia tê-la, Theresa Michaels era a filha de seu melhor amigo, balançou a cabeça levemente na tentativa de dissipar tais pensamentos em sua mente. Ele entrou no elevador com ela em seus braços, seu pau incomodava na calça jeans azul escuro que usava, entretanto tentava ignorar aquele fato. Pensava em qualquer coisa na tentativa de abaixar sua ereção, contudo nada daquilo adiantava. Quando finalmente chegaram ao andar em que o apartamento de Theresa se localizava, Hector saiu apressado, seguindo pelo corredor vazio. Pegou a chave na bolsa que ela carregava abrindo a porta do apartamento. Assim que entraram no local, o cheiro de Theresa invadiu suas narinas o deixando cada vez mais atraído pela filha de seu melhor amigo. Levou-a até o seu quarto a colocando com carinho e cuidado na cama. Hector a observou por alguns minutos depois de ter a coberto com um edredom. “Como você mexe comigo, garota” Pensou seguindo para o quarto de hóspedes, ele não a deixaria sozinha aquela noite.Theresa sentiu um arrepio percorrer a espinha. Havia medo, sim — medo do que aquilo poderia significar para todos eles. Mas também algo mais primitivo, mais sombrio. Ver Hector assim — frio, calculista, disposto a ameaçar alguém sem piscar — despertava nela uma excitação que ela não conseguia explicar nem para si mesma.— Você… ameaçou ele? — perguntou ela, a voz um pouco mais baixa, quase rouca.Hector parou na frente dela. Seus olhos escuros desceram pelo corpo dela, notando o short curto de algodão e a blusa fina sem sutiã. Um canto de sua boca se ergueu levemente.— Eu disse a ele que se Marcus chegasse perto da família Michaels novamente, eu terminaria o que Johan começou. Sem sangue. Sem gritos. Apenas uma ameaça fria. Mas ele entendeu muito bem.Theresa mordeu o lábio inferior. Seu corpo reagiu imediatamente. Um calor úmido se instalou entre suas pernas. Aquele lado perigoso, protetor e implacável de Hector sempre a deixava molhada de um jeito quase vergonhoso.— Você foi sozin
Salvior descobriu a primeira pista pouco depois das onze da manhã. O telefone de Hector vibrou sobre a mesa de vidro do escritório particular na boate “Inferno”, que ainda estava fechada àquela hora. Ele atendeu no segundo toque, a voz grave e controlada.— Fala, Salvior.Do outro lado da linha, a voz de seu sócio e amigo mais próximo soou urgente, porém satisfeita.— Encontrei algo concreto, chefe. Marcus foi visto na noite de terça-feira, três dias antes do ataque ao Ryan. Ele se encontrou com o Diego — aquele ex-segurança que trabalhava aqui na boate até o ano passado. Um dos meus contatos no porto filmou os dois dentro de um carro preto. Marcus entregou um envelope grosso. Não preciso te dizer o que tinha dentro.Hector ficou em silêncio por alguns segundos, os dedos apertando o celular com força suficiente para os nós ficarem brancos. Seus olhos escuros endureceram como aço.— Tem certeza absoluta que era o Marcus? — perguntou ele, a voz baixa e perigosa.— Cem por cento. A image
Capítulo 42As palavras sujas dela o levaram ao limite. Ele mudou ligeiramente o ângulo, acertando aquele ponto profundo dentro dela que sempre a fazia ver estrelas. Theresa gozou com um grito agudo, o corpo convulsionando violentamente contra ele. Suas paredes internas apertaram o pau dele em espasmos fortes e ritmados, ordenhando-o.Hector não aguentou. Com um rugido gutural, enterrou-se até o fundo e gozou forte, jatos quentes e abundantes enchendo-a completamente. Ele continuou estocando devagar durante o orgasmo, prolongando o prazer de ambos até que seus corpos tremessem de exaustão.Por longos minutos, ficaram ali — colados à parede, ofegantes, suados, ainda unidos. Hector apoiou a testa contra a dela, respirando com dificuldade.— Eu te amo — sussurrou ele, a voz rouca e sincera. — Mais do que qualquer coisa nesse mundo, Theresa. Vamos superar isso. Juntos.Theresa acariciou o rosto dele com dedos trêmulos, os olhos marejados novamente, mas agora de um alívio misturado a amor.
Capítulo 41Hector chegou em casa pouco depois das dez da noite. O peso do dia parecia ter se acumulado em seus ombros largos, fazendo com que sua postura, normalmente imponente, estivesse ligeiramente curvada. A camisa social preta que vestia estava com os dois primeiros botões abertos, e a gravata pendia frouxa em sua mão direita. Seus olhos escuros carregavam uma mistura de fadiga e fúria contida quando ele atravessou a porta da frente.Theresa o esperava na sala de estar, sentada na beira do sofá com as pernas cruzadas. Seus olhos estavam vermelhos e inchados de tanto chorar. Assim que o viu, levantou-se rapidamente, o coração acelerado.— Hector… — murmurou ela, a voz rouca.Ele não disse nada de imediato. Apenas fechou a porta atrás de si com um clique suave, largou a gravata sobre a mesinha de centro e caminhou direto até ela. Sem hesitar, puxou-a para seus braços, envolvendo-a com força contra o peito. O cheiro familiar dele — uma mistura de colônia amadeirada, suor e uísque —
Último capítulo