Mundo ficciónIniciar sesiónO silêncio do quarto do hospital voltou a pesar depois que meu pai fechou os olhos. Só restava o som ritmado das máquinas, um bip constante que parecia se infiltrar na minha pele, lembrando a cada segundo o quão frágil era a vida — e o quanto eu não podia controlá-la.
Meus dedos ainda seguravam a mão dele, mais fria do que eu gostaria, mais frágil do que eu estava preparada para encarar. A mesma mão que, quando eu era criança, me guiava com firmeza pelas ruas, que me segurava q






