O sótão exalava o cheiro de madeira envelhecida, poeira e um leve toque de naftalina. O piso rangia sob os pés de Eleanor enquanto ela empurrava uma caixa para o lado, revelando o que parecia ser um antigo baú de couro, gasto nas bordas. A luz da lanterna oscilava com as partículas suspensas no ar, criando um cenário que parecia tirado de um sonho — ou de um pesadelo.
Theo tossiu suavemente ao seu lado.
— Tem certeza de que não tem nenhum rato morto por aqui?
— Só os fantasmas da minha família