Mundo de ficçãoIniciar sessãoChloe pensa ser loucura o que está fazendo, mas por mais que a razão diga recue, o desejo a impede de fazer tal coisa, nunca se imaginou viver uma experiência assim com um homem mais velho, mas Brian estava conseguindo abalar toda a sua estrutura, despertando nela o que nunca tinha sentido antes, um desejo avassalador e uma urgência de se entregar sem reservas. Ela se vê sendo arrastada para um mundo de prazer com aquele que todos acreditavam ser o seu futuro sogro, um mundo onde não se havia limites. Não podia negar que desde que o conheceu se sentia atraída por ele e depois que ele a tocou, a tornou viciada por ele. Por isso ela se pergunta se o que sente por ele é amor ou obsessão.
Ler maisO que fazer para resistir aquela atração que a estava consumindo, Chloe sentia sua intimidade pulsar e tudo o que mais queria era que Brian a beijasse de verdade e não a provocasse apenas. Sabia que as pessoas os olhavam, mas sua excitação era tanta que seria capaz de ceder aos seus desejos ali mesmo, entre aquelas pessoas desconhecidas. De forma inconsciente, ela deixa escapar um gemido, ao sentir a respiração de Brian em seu ouvido.
— Isso tudo é tesão? — Brian a provoca, mas Chloe prefere permanecer em silêncio, com certeza a sua voz iria a trair, mesmo que dissesse que ele estava enganado — Tenho certeza que está molhadinha — Brian a provoca rindo — Preciso ter essa certeza. Antes que Chloe diga alguma coisa, sente uma mão levantando o seu vestido por baixo da mesa do restaurante onde estavam jantando e não demora a sentir suas pernas serem afastadas sem que ela consiga ter forças para impedir. A lateral de sua calcinha é igualmente afastada e dedos se movem em sua intimidade, a fazendo apertar com força o copo que segurava. Tudo o que Chloe queria era rebolar naqueles dedos experientes, mas antes que consiga se mover, sente sua intimidade ser abandonada e vê Brian levando os dedos a boca, os lambendo com malícia. — As pessoas estão olhando... — Chloe consegue dizer com voz rouca. — Eles sabem exatamente o que está acontecendo — Ele sorri — Mas eu ainda não acabei, quero ver você gozar para mim, quero que imagine eu dentro de você e goze bem gostoso — Brian havia voltado a tocá-la com os dedos, mas agora ele havia introduzido dois deles em sua gruta melada e a provocava com um movimento de vai e vem — Se demorar eu espero, afinal eu não estou com pressa, só quero que sinta prazer, eu estou adorando te ver com esse rostinho vermelho e essa boquinha entreaberta de prazer. — Para... por favor — Chloe não conseguia se controlar e rebolava naqueles dedos experientes. — Eu sei que você está gostando disso. Você me quer, e não consegue mais negar isso — Brian beija o seu pescoço e empurra o dedo ainda mais fundo — Goza... goza pensando em me ter sobre você, socando forte, te fazendo gritar o meu nome — Brian sorri ao sentir ela soltar outro gemido um pouco mais alto — Que gostosa... Abre mais a perna, isso rebola gostoso... Saiba que saindo daqui eu vou te fuder, como nunca imaginou ser fudida antes. Chloe se sentia uma puta, pois além de abrir mais a perna, ela rebolava sem pudor, mesmo sabendo que eram notados pelas pessoas a sua volta, mas ela era incapaz de parar, o seu corpo parecia ter vontade própria e ela alucinada, segurava a mão que brincava em sua intimidade. Ela mordia os lábios pouco se importando se as pessoas a julgassem. — Aí que delicia... — Sussurra ao sentir o seu corpo todo estremecer e um delicioso espasmo vir acompanhado de uma deliciosa sensação de prazer — Que... delícia — Conclui, fechando os olhos extasiada. — Deliciosa, como eu acreditei que fosse — Brian conclui depois de limpar os dedos com a boca — Vamos! Está na hora de você saber o que é ser fudida de verdade. Jogando algumas notas sobre a mesa, o suficiente para pagar muito mais do que um jantar, Brian sai do restaurante a arrastando pelas mãos. As pessoas os vê saindo e alguns deles os olhavam com inveja do que haviam acabado de presenciar. No carro ele a olha e sorri, e antes de ligar o carro ele pede que ela o beije. — Eu não vou para um motel com você... — E quem disse que eu vou te levar para um motel? Eu quero você na minha cama, quero que deixe o seu cheiro no meu quarto e quero que sinta o meu, para que nunca se esqueça dessa noite, pois tenha certeza que depois do que iremos fazer, irá implorar por minha atenção. Agora me beije, já que era o que queria que eu fizesse lá no restaurante. — Eu não vou te beijar, você é o meu sogro. — Meu filho não poderia ter encontrado uma nora mais perfeita — A puxando para ele, Brian a olha nos olhos — Eu duvido que ele te beije assim dessa forma — A pegando pela nuca Brian a beija de uma forma que a faz perder o fôlego, mas não podia negar, nunca havia sido beijada daquela maneira. Brian lhe sugava a língua e lhe devorava os lábios, a fazendo querer mais que um beijo. Chloe correspondia, sentindo ele lhe acariciar os seios sobre o tecido do vestido e adorava ver a ousadia dele. Ele abandona os seus lábios e desce os beijos por seu pescoço, até alcançar o decote do vestido e com mãos experientes ele alcança o seu mamilo para correr a língua por ele a fazendo gemer querendo mais. — Aqui não... agora você terá prazer na minha cama.Depois da noite do jantar em família, o tempo passa rápido demais, com Melissa as volta com os preparativos de casamento, tendo ao seu lado as suas amigas fiéis e inseparáveis, Anne e Ágata, que agora estava em um novo relacionamento, com Thomas, aquele que não apenas confessou o seu amor por ela, mas que também lhe pediu perdão por todas as vezes que foi um idiota. Com tudo pronto, e com um noivo transbordando alegria, chega o grande dia do casamento de Thalles e Melissa. Era uma manhã de um dia ensolarado, em uma mansão comprada por Brian como presente de casamento para o filho Amigos e familiares estavam reunidos para o casamento, querendo compartilhar com os noivos aquele momento de alegria e felicidade. Até os pais de Melissa estavam presente, eles haviam lhe pedido perdão por não estarem ao lado dela quando ela mais precisou, mas Melissa se perguntava se o pedido de perdão era por estarem arrependidos ou por ela estar se casando com Thalles, um grande empresário. Independente
Carlos Miguel ao ser apresentado a Brian recebeu uma série de recomendações e com todas as recomendações ele concordou, pois para Carlos Miguel não seria nenhum sacrifício dar atenção a Anne, estar com ela em eventos importantes e muito mesmo a respeitar, até mesmo porque, ele acreditava que respeito era a base de todo e qualquer relacionamento. Ele nunca imaginou que conheceria uma pessoa tão interessante em uma viagem de negócios. Ao ver aquela jovem tão dona de si, pensou ter encontrado a mulher com quem sempre sonhou, linda e cativante. Achou engraçado quando ela lhe disse que ainda morava com os pais, pois geralmente jovens como ela gostavam de ter sua independência, mas ao vê-la com a família soube que ela não era apenas a filha, era a irmã, a tia e a amiga que todos amavam e mimavam. O sorriso de Anne era capaz de encantar a qualquer um, seu jeito espontâneo de sorrir a tornava ainda mais bonita, o fazendo se sentir totalmente apaixonado por ela. Ela se parecia com a mãe, se
Anne ao voltar de viagem contou a mãe sobre Carlos Miguel, preferindo ocultar os detalhes da última noite que estiveram juntos. Chloe ficou feliz por ver que a filha não mais sofreria por João, isso por ela perceber que no relacionamento anterior não existia amor, apenas a comodidade por ele ter sido o primeiro namorado da filha, Anne havia se acostumado a companhia de João, mas nunca havia sido amor. Brian, diferente de Chloe, não aceitou com tanta facilidade e fez perguntas incansaveis de quem era Carlos Miguel. Chloe quando viu a reação do marido apenas riu, isso por saber que Brian só não queria que o pretendente da filha fosse como ele havia sido um dia, por medo da filha se envolver com alguém que a fizesse sofrer, não lhe dando o devido valor, assim como foi com a João, de quem ele nunca gostou. Como solução, querendo que o pai conhecesse Carlos Miguel e o aprovasse, Anne pediu a mãe que organizasse um jantar em família, pensando ela que em meio a outras pessoas o seu pai não
Anne o olha sem saber o que dizer, não esperava que ele a importunasse em seu assento. — Posso ajudar em alguma coisa? — Pergunta o olhando sem entender. — Me desculpe, mas acredito que não nos apresentamos — Ela o olha séria, se perguntando se ele a tinha chamado com essa desculpa — É que você parece ser uma pessoa legal, por isso me perguntei, por que não saber o nome dele? — Há mesmo necessidade de nos apresentarmos? — Ela pergunta rindo com um certo nervosismo, ainda surpresa com a ousadia dele. — Por que não? Me chamo Carlos Miguel, muito prazer — Ele a presenteia com um sorriso que a faz querer mais que apenas saber o nome dele. Seus pensamentos a faz ficar corada e Anne, mesmo assim, resolve aproveitar a viagem para conhecer um cara bonito. — O prazer é todo meu. Anne, me chamo Anne. — Ao ver o jeito que ele a olha, mais uma vez ela pensa: 'por quê não aproveitar a viagem para conhecer alguém interessante?' Eles não apenas se apresentam, como também trocaram telefon





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