O vento soprava forte naquela manhã, fazendo as árvores vergarem em sussurros desconfortáveis. Eleanor observava pela janela da cozinha enquanto a névoa se desfazia aos poucos, revelando os contornos das colinas embaçadas. Havia uma inquietação em seu peito desde que acordara — como se algo estivesse prestes a acontecer, algo que dormia por tempo demais.
Theo apareceu com duas canecas de chá quente. Depositou a dela sobre o balcão, mas não disse nada. Trocavam silêncios há horas, desde que term