A manhã amanheceu com um tipo de luz que Eleanor ainda não tinha visto ali. Não era apenas o céu aberto — era a maneira como o sol filtrava pelas copas das árvores, espalhando reflexos dourados na varanda da casa. Havia um frescor no ar, mas sem a melancolia habitual do vilarejo. Era quase como se a própria natureza oferecesse uma trégua silenciosa.
Theo chegou quando ela estava na cozinha, preparando café.
— Sol? — perguntou, semicerrando os olhos para a janela.
Ele sorriu, pegando uma caneca.